Crítica Estruturada I
Imagem escolhida
Imagem do slide inferior
Em um primeiro momento as formas do papel me chamaram a atenção por serem mais orgânicas e reconfortantes, a visão geral é interessante, mas pouco misteriosa. Observando cada foto, percebe-se que na primeira, do lado esquerdo, as sombras que têm mais evidência aparecem no próprio papel, criando linhas em sentidos diferentes das linhas dos recortes, ainda assim as formas mais curvas do papel se sobressaem; já em relação a composição como um todo, não acho que o espaço vazio inferior agregue muito à foto. Agora sobre a foto do canto superior direito, é particularmente minha favorita, o papel aparece com pontos muito brancos que recebem luz mais direta enquanto há sombras mais misteriosas, uma vez que não sabemos o que as causam; tais fatos somados ao fundo com sombra bem escura e sólida, cria uma composição de contrastes marcantes. Por fim, na última foto, o fato do objeto estar, quase que por completo, revelado reduz o interesse de análise do observador, além disso, o corte da sombra na parte superior da imagem causa um certo desconforto, no entanto, a forma das sombras na parede é atraente e a sombra no objeto em si quase que se confunde com o próprio papel, o que acho agradável.
Para finalizar, em relação a composição do slide achei boa a escolha da disposição das imagens por colocar em um lado a foto mais vertical e no outro unir fotos menores criando essa verticalização também. Ademais, mesmo que não tenha identificado nenhuma relação forte de continuidade ou contraste entre as fotos unidas da direita, não acho que gere estranheza, apenas não soma uma ideia a mais na composição. O posicionamento do nome não me parece o mais harmônico por não estar nem centralizado com a foto nem junto ao início dela e as margens do slide possuem certa diferença aparentemente não proposital entre a da esquerda e a da direita.
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